Muita saúde para curtir o carnaval

21/02/2017

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A maratona de festas do carnaval exige cuidados especiais com a saúde para aproveitar ao máximo a folia e prevenir doenças as quais todos ficam mais expostos. No carnaval é necessária atenção especial com a alimentação, reposição de líquidos, comportamentos sexuais de risco, uso de bebidas alcoólicas, dentre outros riscos típicos do feriado mais famoso do país.

Saúde

- Alongamentos antes de sair para a festa podem prevenir dores musculares no dia seguinte.
- Sempre que for à praia, ou quando brincar carnaval durante o dia, utilize o protetor solar para se prevenir de queimaduras, insolações e até o câncer de pele. Mesmo em dias nublados os raios do sol podem prejudicar sua saúde.
- Quanto mais leves e confortáveis, melhores as fantasias e roupas de carnaval.
- Modere na maquiagem, pois o excesso pode causar alergia, irritação e descamação da pele.
- Ter sempre uma camisinha à mão pode fazer a diferença entre terminar a festa, ou começar outra. 
- Uma boa noite de sono poder ser a prévia ideal para um novo dia de folia.


Alimentação

- Beba muito líquido (bebidas alcoólicas não valem) para hidratar seu corpo. Água, sucos de frutas e água de coco são ótimas opções. 
- Modere o consumo de bebidas alcoólicas, para não estragar sua festa e a dos outros.
- Uma alimentação leve, mas com bastante fruta, verduras, alimentos naturais e carboidratos pode assegurar a energia necessária para pular os quatro dias.
- Comidas gordurosas são de digestão mais difícil e podem atrapalhar a festa.
- Para curar a ressaca, hidratar o corpo com muito líquido (novamente as bebidas alcoólicas não contam) é um ótimo conselho.
- Cuidado com a higiene das bebidas e alimentos comprados em meio à festa.
- Frituras e alimentos “pesados”, como feijoada, devem ficar de fora do cardápio nesse período do ano.

Fonte: Mexa-se



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Pesquisa apresentada diz que uso da maconha não é inofensivo

Segundo as conclusões de um estudo feito pelo professor Wayne Hall, conselheiro sobre drogas da Organização Mundial de Saúde, o uso de maconha a longo prazo não é inofensivo, seu consumo é altamente viciante, aumenta as chances de desenvolver doenças psíquicas - como a esquizofrenia - e é porta de entrada para outros tipos de entorpecentes.

O especialista levantou alguns pontos que supostamente mostram como a maconha devasta o cérebro:

1) Um em cada seis adolescentes que fumam maconha regularmente se torna dependente.
2) A maconha dobra o risco de desenvolver doenças psíquicas, como a esquizofrenia.
3) Usuários frequentes apresentam desenvolvimento intelectual insatisfatório, por isso vão pior nos estudos e trabalho.
4) Um em cada dez adultos que fuma regularmente se torna dependente e tem tendência a consumir drogas mais pesadas.
5) Dirigir após fumar aumenta os riscos de acidentes no trânsito, que crescem ainda mais caso a pessoa tenha ingerido bebida alcóolica.
6) Fumar maconha durante a gravidez reduz o peso do bebê.

"Se a maconha não causa dependência, também não causam a heroína e o alcóol. Para nós, geralmente é mais difícil ajudar pessoas que usam maconha do que aqueles que consomem heróina. Nós não sabemos como fazer isso", explica o especialista.

Segundo o estudo, ao tentar reduzir o consumo da droga, as pessoas geralmente sofrem com crises de ansiedade, insônia, distúrbios de apetite, depressão. E, após o tratamento, a maior parte delas não consegue se manter longe da maconha por mais que seis meses.

"Quero mostrar que o uso prolongado e frequente da cannabis tem consequências. Não há dúvidas que usuários pesados enfrentam crises de abstinência parecidas com alcóolatras e usuários de heroína", afirma o responsável pelo estudo.  

Fonte: TERRA