Hipertensão e a importância do seu controle.

26/04/2019

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Hipertensão, o que é? Popularmente conhecida como “pressão alta”, tem relação com os níveis tensionais do sangue durante a circulação. Artérias estreitas aumentam a necessidade de o coração bombear com mais força para fazer o sangue circular. A hipertensão dilata o coração e danifica as artérias. É uma síndrome metabólica muitas vezes acompanhada por outras alterações, como obesidade e colesterol elevado. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), é hoje a principal causa de mortes no mundo, por estar associada ao desenvolvimento de diversas doenças, principalmente cardiovasculares. Para bombear sangue pelas artérias para o resto do corpo, o coração se contrai, criando uma pressão sobre as artérias, chamada pressão arterial sistólica. Seu valor normal é de 120 mmHg (milímetro de mercúrio). Em 140 mmHg ou mais é considerada hipertensão. A pressão diastólica, por sua vez, indica o repouso do coração entre uma batida e outra. O valor normal é de 80 ou menos. Acima de 90 é considerada hipertensão.

Sintomas: Silenciosa, a hipertensão só provoca sintomas quando aumenta de forma considerável. Nesses casos pode causar:

Fatores de risco: Em 90% dos casos a hipertensão é herdada dos pais. No entanto, diversos fatores influenciam nos níveis de pressão arterial.

Prevenção: É importante medir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, como forma de detectar e acompanhar o problema. Além deste controle, hábitos de vida saudáveis ajudam a prevenir a hipertensão, como se exercitar regularmente; manter uma dieta saudável, rica em frutas, vegetais e fibras e com pouco consumo de sal e gordura saturada; controlar o peso; e diminuir ou abandonar o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro.

Tratamento: Nos casos de hipertensão leve, com a mínima entre 9 e 10, o tratamento envolve apenas mudanças de hábitos: redução do consumo de sal, controlar o estresse e o peso, evitar bebidas e cigarro.

Outros casos devem ser tratados com medicamentos de uso regular e contínuo, mesmo quando o paciente não apresentar sintomas. Para essas pessoas as mudanças no estilo de vida também são fundamentais.

Fonte: Tua saúde



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